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Do absorvente ao PL da misoginia: as “polêmicas” da Tabata Amaral que eu defendo

“O Brasil tá tão maluco que defender uma lei de distribuição de absorventes virou polêmica.” A Tabata Amaral contou isso rindo, na roda de conversa que a gente fez em Campinas, em maio. Mas por trás da piada tem uma lista de coisas que deveriam ser consenso e viraram briga.

Quais foram as “polêmicas”?

A primeira foi a distribuição de absorventes, pra que menina não perca aula por falta de um item básico. Depois veio o Pé-de-Meia, que ajuda o jovem a continuar no ensino médio. Depois, a pensão alimentícia chegando por Pix a milhões de mães solo, o que deixou alguns homens bravos com ela, nas palavras dela.

A maior, segundo a própria Tabata, é o PL da misoginia. O projeto trata como crime incentivar que mulheres sejam estupradas ou violentadas, do mesmo jeito que a lei já trata o racismo, a homofobia e a intolerância religiosa. Ela explicou o motivo: tem gente descobrindo que espalhar ódio contra mulher é um jeito rápido de vender curso na internet.

Por que eu estou desse lado?

Porque todas essas pautas falam da mesma coisa: menina na escola, jovem terminando os estudos, mãe conseguindo criar os filhos, mulher viva. É o que eu defendo desde os 14 anos, quando entrei na política, e é o que eu faço com o Escola Sem Assédio e com o abaixo-assinado pelo fim do feminicídio em São Paulo.

Se isso é polêmica, eu quero estar do lado da polêmica. E quero estar na Assembleia Legislativa pra fazer o mesmo no estado.

Em resumo

Perguntas frequentes

O que é o PL da misoginia?
É um projeto que torna crime incitar a violência contra mulheres, como já acontece com o racismo e a homofobia.

Onde a Tabata falou sobre isso?
Numa roda de conversa com Rebeca Cristina em Campinas, em maio de 2026.


Rebeca Cristina é candidata a deputada estadual por São Paulo pelo PSB. Para federal, Tabata 4040. Para estadual, VOTE 40340. Conheça a parceria das duas aqui.