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Da escola pública de Campinas ao ativismo: a minha trajetória

A minha história começa nos bairros Padre Anchieta, Vila Régio e Parque Santa Bárbara, em Campinas. Sou filha de professores formados pelo PROUNI, estudei em escola pública e foi ali que aprendi o valor da comunidade.

Meu interesse por política surgiu cedo, no grêmio estudantil. Aos 14 anos fui eleita para o Parlamento Jovem e entendi uma coisa que carrego até hoje: dentro de um espaço de decisão, a gente pode mudar muita coisa.

Do esporte ao enfrentamento da violência

Depois disso, fundei o Clube Santo, um projeto esportivo que já impactou mais de mil crianças. É uma das realizações de que mais me orgulho. Hoje também coordeno os projetos Escola Sem Assédio e Carnaval Sem Assédio, que nasceram da mesma convicção: nenhum espaço, nem a escola nem a rua no carnaval, pode ser um lugar de violência contra meninas e mulheres.

Por que geografia, por que políticas públicas

Curso Geografia na Unicamp, e gosto de pensar que essa formação tem tudo a ver com o que faço. Geografia é sobre conexões entre pessoas e lugares, e é exatamente isso que boas políticas públicas deveriam fazer: olhar para as necessidades reais de quem vive em cada território.

Acredito que a mudança em Campinas e em São Paulo começa com cada uma de nós, e que ela precisa da juventude dentro do processo. Se isso faz sentido para você, há muitas formas de somar nessa construção. Você encontra os projetos e as campanhas em rebecacristina.com.

Em resumo

Perguntas frequentes

Quem é Rebeca Cristina?
Ativista de Campinas, filha de professores, criada em escola pública. Fundou o Clube Santo e coordena os projetos Escola Sem Assédio e Carnaval Sem Assédio, com foco no enfrentamento à violência de gênero.

Como começou o seu trabalho com a juventude?
No grêmio estudantil e, aos 14 anos, no Parlamento Jovem, onde entendi que espaços de decisão podem mudar a realidade.

O que é o Clube Santo?
Um projeto esportivo fundado por mim que já impactou mais de mil crianças em Campinas.