Sabe, quando eu penso em Campinas, eu vejo um potencial enorme e, ao mesmo tempo, desafios que a gente precisa enfrentar de frente. Minha jornada aqui na cidade, desde a minha infância nos bairros Padre Anchieta e Vila Régio, sempre foi marcada por essa vontade de ver a nossa Campinas prosperar, mais justa e segura para todos. É essa energia e essa determinação que me movem todos os dias, como um compromisso inabalável com a nossa comunidade.
Qual é o futuro que queremos para Campinas?
A gente não pode se conformar com a violência que atinge mulheres, crianças e adolescentes. Não podemos aceitar a falta de oportunidades para a nossa juventude ou uma educação pública que não alcança todo o seu potencial. Para mim, o futuro de Campinas é construído com base na dignidade, na proteção e na participação de cada um.
É por isso que eu me dedico a projetos como a Escola Sem Assédio, que busca proteger nossas crianças e adolescentes da violência sexual, e o Carnaval Sem Assédio, uma campanha importante para garantir que a festa seja um espaço de respeito. E eu vejo no Clube Santo, um projeto esportivo que já impactou mais de mil crianças, uma ferramenta poderosa de transformação através do esporte, oferecendo um caminho de desenvolvimento e inclusão.
A mudança que a gente busca não acontece sozinha. Ela exige que a gente se una, que a gente sonhe junto e, principalmente, que a gente aja junto, com a mão na massa, construindo soluções coletivas para os problemas que nos afetam.
Como podemos construir essa mudança?
Minha trajetória, desde o Parlamento Jovem aos 14 anos e do grêmio estudantil, sempre foi sobre isso: acreditar que a participação ativa e o engajamento cívico são as ferramentas mais potentes para construir um futuro diferente. É sobre colocar a mão na massa, discutir, propor e fiscalizar.
Como ativista e especialista em enfrentamento à violência de gênero, eu vejo que cada passo, cada conversa, cada acolhimento que a gente oferece é um tijolo nessa construção. É a persistência, a vontade de não desistir e a crença de que é possível, sim, transformar a nossa realidade. Campinas merece o nosso melhor e eu estou comprometida em continuar essa luta por uma cidade mais acolhedora e com mais oportunidades para todos.
Em resumo
- Campinas possui um grande potencial e desafios que precisam ser enfrentados pela comunidade.
- A luta contra a violência de gênero e a proteção da infância e juventude são prioridades para um futuro mais justo.
- Projetos como Escola Sem Assédio, Carnaval Sem Assédio e Clube Santo são exemplos de ações em prol da cidade.
- A construção de um futuro melhor para Campinas depende do engajamento e da ação coletiva.
Perguntas frequentes
O que inspira o trabalho pela mudança em Campinas?
Minha própria história, crescendo em bairros como Padre Anchieta e Vila Régio, e a realidade que vejo na cidade me impulsionam a lutar por uma Campinas mais justa e com oportunidades para todos.
Como a juventude pode se envolver na construção do futuro da cidade?
Através da participação em projetos sociais, grêmios estudantis, conselhos de juventude e do debate ativo sobre as políticas públicas que nos afetam.
Quais são os principais focos para um futuro melhor em Campinas?
O enfrentamento à violência, a proteção de crianças e adolescentes, a valorização da educação pública e o fomento à participação cívica são pilares essenciais.