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Rebeca Cristina: O verdadeiro amor se baseia no respeito, não na violência

A gente vê e ouve muito por aí a frase “quem ama não mata”, e ela precisa ecoar em todos os cantos. O amor, aquele que realmente nos nutre e nos faz crescer, não pode, de forma alguma, ser baseado em violência. Eu acredito firmemente que o verdadeiro amor se constrói no respeito mútuo e na proteção, e nunca, jamais, na dor ou na agressão. É por isso que luto incansavelmente para que as mulheres de São Paulo e de todo o Brasil vivam livres de qualquer tipo de violência.

Por que a gente precisa falar sobre amor e violência?

É fundamental desmistificar a ideia de que o ciúme excessivo ou a possessividade são provas de amor. Muito pelo contrário, eles são sinais de alerta para um relacionamento abusivo. A violência contra a mulher, seja ela física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial, é uma violação gravíssima dos direitos humanos e não tem lugar em nenhuma relação. Quando falamos que “o verdadeiro amor se baseia no respeito e na proteção, nunca na violência”, estamos reafirmando o direito de cada mulher de viver com dignidade e segurança.

Nós precisamos, como sociedade, nos unir em um movimento pela vida e pela proteção das mulheres. Isso significa não só denunciar a violência, mas também criar redes de apoio, fortalecer políticas públicas de acolhimento e garantir que as vítimas tenham acesso a todos os recursos necessários para se reerguerem. É um compromisso coletivo que eu abraço e convido você a abraçar também.

Como podemos fortalecer a proteção das mulheres em São Paulo?

Minha atuação é focada em construir um estado mais seguro e justo para todas as mulheres, crianças e adolescentes. Para isso, a gente precisa de políticas públicas eficazes que garantam a proteção e o acolhimento. A luta é diária e passa por conscientização, por educação e por garantir que a lei seja aplicada de forma rigorosa para quem comete crimes de violência de gênero.

Eu e a minha equipe estamos à frente de um abaixo-assinado que busca justamente fortalecer essas políticas de proteção e acolhimento para as mulheres em São Paulo. É uma forma de a gente mostrar para os nossos governantes que a sociedade não tolera mais a violência e que exige medidas concretas. Sua participação é muito importante para dar voz a essa causa. Venha fazer parte desse movimento pela vida e proteção das mulheres. Acesse rebecacristina.com e saiba como participar.

Em resumo

Perguntas frequentes

O que significa “quem ama não mata”?
Significa que o amor genuíno não pode se manifestar através de agressões, controle ou qualquer tipo de violência. Ele é construído sobre o respeito à integridade e à liberdade do outro.

Como posso ajudar a combater a violência contra a mulher?
Você pode se informar sobre o tema, denunciar casos de violência (ligando 180), apoiar organizações que trabalham com a causa, e participar de movimentos e abaixo-assinados que buscam fortalecer as políticas de proteção.

Onde buscar ajuda em casos de violência?
Em casos de emergência, ligue 190. Para denúncias e orientações, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher). Existem também centros de referência, abrigos e delegacias especializadas para acolher e auxiliar as vítimas.