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Rebeca Cristina: Por que a violência contra a mulher é um problema real e precisa da nossa luta

Recentemente, participei de um debate onde uma pessoa trouxe o argumento de que a violência contra a mulher seria um “não-problema”, algo que nós, feministas, teríamos criado. Eu fico me perguntando: como podemos falar em “não-problema” quando a realidade está bem diante dos nossos olhos, comprovada por dados oficiais e sentida no dia a dia por tantas pessoas?

Por que a violência contra a mulher não pode ser um ‘não-problema’?

Não se trata de uma invenção. Agências públicas e o próprio governo brasileiro, inclusive aqui no estado de São Paulo, mostram um aumento alarmante da violência de gênero. São números concretos que revelam uma realidade dolorosa, que atinge mulheres em todas as idades e classes sociais.

Além dos dados, eu vejo essa realidade de perto no meu trabalho. Quando converso com adolescentes e jovens em oficinas sobre violência sexual, eles trazem situações que viveram, que precisam ser faladas. As histórias deles confirmam exatamente o que os dados nos mostram: a violência é real, é sentida e acontece em larga escala. Não é algo que a gente inventa, mas algo que as pessoas vivem e precisam de acolhimento e proteção.

Como eu vejo o feminismo na prática?

Muita gente pode pensar que o feminismo é só teoria, um conceito distante. Eu mesma não passo o tempo todo falando de feminismo de forma teórica. Mas sou feminista na prática, todos os dias. Minha luta diária, meus projetos, minha militância são a forma mais concreta de viver o feminismo. É sobre acolher, proteger, enfrentar a violência sexual e de gênero. É sobre estar na linha de frente, convidando a todos para fazerem parte dessa mudança.

Compartilho aqui os meus projetos com vocês, e sempre estou convidando a participarem também. É essa ação no cotidiano que faz a diferença, que transforma números em histórias de superação e acolhimento.

Como podemos lutar juntas contra essa realidade?

A violência contra a mulher e a violência sexual não vão acabar sozinhas. Precisamos da nossa força coletiva, da nossa indignação transformada em ação. Minha porta está sempre aberta para quem quer se juntar a essa causa.

Seja nos projetos que eu coordeno, seja na conscientização, ou simplesmente conversando sobre o tema e compartilhando informações, sua participação é muito bem-vinda e essencial. A gente precisa muito dessa força para construir um futuro onde ninguém precise sofrer com essa realidade. Para saber mais sobre os projetos e a nossa luta, acompanhe minhas redes e visite rebecacristina.com.

Em resumo

Perguntas frequentes

O que é “feminismo na prática” para Rebeca Cristina?
É a luta diária e o desenvolvimento de projetos concretos para enfrentar a violência de gênero, acolher vítimas e promover a proteção, sem se limitar à discussão teórica.

Quais dados comprovam a violência contra a mulher no Brasil?
Dados de agências públicas e do próprio governo federal e estadual (especialmente em São Paulo) mostram um aumento nos casos de violência de gênero, incluindo a sexual.

Como posso me envolver na luta contra a violência de gênero?
Rebeca Cristina convida a todos a se juntarem à sua luta e projetos. Acompanhar suas redes, participar das iniciativas e visitar rebecacristina.com são formas de contribuir.