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Rebeca Cristina: Quem sou eu e o que me move na luta por direitos

Muita gente me pergunta: afinal, quem é a Rebeca Cristina e o que eu faço? Bom, eu sou a Rebeca, estudante de Geografia na Unicamp e, acima de tudo, uma pessoa movida pela luta por direitos e pela equidade de gênero. Minha trajetória se construiu em torno de um objetivo claro: enfrentar a violência e construir um futuro mais justo para todos. É uma caminhada que começou cedo e que eu sigo construindo diariamente, com muito trabalho e dedicação.

Como minha paixão por direitos se transformou em ação?

Desde que me entendo por gente, a luta por direitos é a parte fundamental da minha trajetória. Essa paixão me levou a fundar dois movimentos que hoje são muito importantes para mim: o Escola Sem Assédio e o Carnaval Sem Assédio. Ambos nasceram da necessidade de propor políticas públicas de acolhimento e de enfrentar a violência sexual, seja nas escolas ou em espaços de festa. Acredito que a proteção de crianças, adolescentes e mulheres é uma responsabilidade coletiva, e esses movimentos são a minha forma de contribuir ativamente para isso.

Além da atuação nesses movimentos, também faço parte da gestão nacional da JSB, a juventude do PSB, onde atuo como diretora de direitos humanos. Paralelamente, trabalho em uma fundação dedicada ao desenvolvimento social. Minha atuação está sempre conectada às questões de equidade de gênero, buscando o desenvolvimento humano, e meu foco principal é sempre com as juventudes. É um trabalho que me desafia e me recompensa todos os dias.

Qual o papel da minha fé na luta por equidade?

Eu sou uma pessoa cristã, cresci em uma família cristã, e essa parte da minha vida também molda muito a forma como eu vejo e atuo no mundo. A gente já discutiu isso algumas vezes, e eu entendo que muitos dos valores do cristianismo construíram nossa sociedade e, inclusive, aproximaram muitas mulheres do feminismo. É uma questão de entender que precisa existir equidade, especialmente no mundo complexo e moderno em que vivemos. Para mim, a fé e a busca por justiça social caminham juntas.

Para onde caminha essa luta?

Essa caminhada por direitos não tem fronteiras. Inclusive, em breve estarei em Brasília para participar de uma comemoração dos 200 anos de diplomacia entre Brasil e França, no Fórum Convergências. Lá, eu tive a honra de construir o grupo de trabalho de igualdade de gênero. É mais uma oportunidade de levar a nossa voz e as nossas pautas para espaços de decisão, mostrando que a equidade de gênero é um tema global e que exige compromisso de todos. Continuo firme, buscando sempre expandir essa luta e conectar pessoas e ideias em prol de um futuro mais justo. Se você quiser saber mais sobre meu trabalho, pode acessar rebecacristina.com.

Em resumo

Perguntas frequentes

O que é o movimento Escola Sem Assédio?
É um movimento fundado por Rebeca Cristina que busca enfrentar a violência sexual na infância e adolescência, propondo políticas públicas de acolhimento e proteção.

Qual o objetivo do Carnaval Sem Assédio?
O Carnaval Sem Assédio é uma iniciativa criada por Rebeca Cristina para combater o assédio sexual durante os eventos de carnaval, promovendo conscientização e um ambiente mais seguro para todos.

Rebeca Cristina atua em qual área principalmente?
Ela se dedica principalmente à luta por equidade de gênero, direitos humanos e desenvolvimento social, com um foco especial em juventudes.

Qual a formação acadêmica de Rebeca Cristina?
Rebeca Cristina é estudante de Geografia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).