Quando a gente fala “Sem Anistia”, não é só uma frase de efeito. É um grito de quem não aguenta mais e exige justiça e dignidade. É a expressão de um povo que decide ir para as ruas lutar pelo que é seu por direito. Em Campinas, essa mobilização é constante, e por isso é tão importante a gente se manter ativo e vigilante.
Por que a gente precisa ir para as ruas?
A mobilização social é um pilar fundamental da nossa democracia. É nas ruas que a voz da população ecoa mais forte, onde a gente consegue pressionar por mudanças e mostrar que não aceitamos menos do que merecemos. Foi com esse espírito que o povo de Campinas se mobilizou em 21 de setembro, na Praça Carlos Gomes, para levar as nossas pautas para as ruas.
Quais foram as pautas levadas às ruas em Campinas?
Duas pautas centrais guiaram a nossa mobilização, levantadas em conjunto com o Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular: a isenção de impostos e o fim da escala de trabalho 6×1.
A isenção de impostos não é um favor, é uma necessidade urgente para milhões de famílias. A carga tributária pesa demais no bolso da gente, especialmente de quem mais precisa. Aliviar essa pressão significa mais dignidade, mais recursos para o dia a dia e um fôlego econômico que pode fazer toda a diferença. É uma forma de garantir que o dinheiro que circula na nossa cidade retorne para quem realmente o produz, fortalecendo a economia local e promovendo mais justiça social.
Já o fim da escala 6×1 é uma questão de direitos trabalhistas e qualidade de vida. Trabalhar seis dias para folgar apenas um é desumano e exaustivo. Essa rotina afeta a saúde física e mental dos trabalhadores e trabalhadoras, compromete a vida familiar e o bem-estar geral. Precisamos de condições de trabalho mais justas e dignas, que respeitem o ser humano e permitam uma vida equilibrada. É uma luta por mais tempo para o descanso, para a família, para a cultura e para o lazer, garantindo que o trabalho seja um meio para uma vida melhor, e não uma fonte de esgotamento.
Por que a mobilização é fundamental?
Minha luta sempre foi por direitos humanos e justiça social, e ver a nossa cidade se levantar por essas causas tão essenciais me dá esperança e mais força para seguir. Quando nos unimos para exigir “Sem Anistia”, estamos dizendo que não vamos aceitar retrocessos e que a luta por um futuro mais justo e igualitário é contínua. A presença de cada um de nós é fundamental para que essas pautas não sejam esquecidas e para que a gente construa, coletivamente, a Campinas que a gente sonha.
A luta por direitos nunca para. Continuar exigindo o que é nosso, fiscalizando e participando, é o caminho para construirmos uma Campinas mais justa para todo mundo.
Em resumo
- A mobilização “Campinas nas Ruas” em 21 de setembro, na Praça Carlos Gomes, reforçou a importância da luta por direitos.
- As pautas centrais foram a isenção de impostos e o fim da escala de trabalho 6×1, exigindo mais dignidade e justiça social.
- A organização foi feita em conjunto com o Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular.
- A voz da população nas ruas é essencial para pressionar por mudanças e garantir direitos.
Perguntas frequentes
O que significa “Sem Anistia” no contexto da mobilização?
No contexto da mobilização, “Sem Anistia” significa a exigência de que não haja perdão ou impunidade para injustiças e violações de direitos, sejam elas políticas ou sociais. É um chamado por responsabilização e justiça plena.
Por que a isenção de impostos é uma pauta importante para a população?
A isenção de impostos visa aliviar a carga tributária que pesa sobre as famílias, especialmente as de baixa renda. Isso proporciona mais dignidade, aumenta o poder de compra e estimula a economia local, permitindo que as pessoas tenham mais recursos para suas necessidades básicas.
Qual o impacto da escala 6×1 na vida dos trabalhadores?
A escala 6×1, com apenas um dia de folga por semana, causa exaustão física e mental, afeta a saúde, compromete a vida familiar e reduz a qualidade de vida dos trabalhadores. A luta pelo fim dessa escala busca garantir condições de trabalho mais humanas e justas.