É inacreditável ver como a política em Campinas, às vezes, parece um roteiro de filme de reviravoltas, mas com um final que prejudica a população. Eu estou falando da ação coordenada de alguns vereadores contra a Mariana Conti, que, para mim, é um dos episódios mais lamentáveis que a gente viu por aqui.
O que motivou os ataques contra a vereadora Mariana Conti?
Recentemente, a Mariana esteve em uma missão humanitária em Gaza, um trabalho de extrema importância. E o que a gente esperaria de colegas vereadores? Apoio, reconhecimento, ou no mínimo, respeito. Mas o que aconteceu foi o contrário. O vereador Vini, que dias antes tinha desejado “as melhores coisas” para ela, de repente, virou a chave e começou a atacar a Mariana, inclusive espalhando fake news. A mudança de postura é gritante, e a gente se pergunta: o que mudou?
A resposta, infelizmente, aponta para uma articulação política. O vereador Nelson Osri, que já teve discussões ferrenhas com o Vini no passado, de repente, se tornou um aliado e se juntou aos ataques. Ele chegou a difamar a Mariana, associando a missão humanitária a grupos terroristas, o que é uma mentira absurda e irresponsável. É uma vergonha ver um representante público usar o parlamento para espalhar desinformação e tentar caçar o mandato de alguém que está fazendo um trabalho sério.
Por que a atuação do vereador Nelson Osri é questionável?
E quem é o Nelson Osri? É o mesmo vereador que, mesmo com quase dez anos de Câmara, votou pelo arquivamento da comissão processante contra o Vini sem qualquer parecer técnico ou jurídico. Isso não é só questionável politicamente, é juridicamente vergonhoso. Um agente público, que usufrui de recursos públicos há quase uma década, deveria saber que uma comissão processante exige fundamentação, relatórios e respeito ao devido processo legal. Mas ele preferiu agir como um cabo eleitoral dentro do parlamento, ignorando princípios constitucionais como legalidade, moralidade e impessoalidade.
Não é de se espantar, já que estamos falando do mesmo Nelson Osri que, durante a pandemia, adotou posturas negacionistas, colocando em risco a saúde da população. Ele nunca esteve ao lado da razão ou da técnica, e hoje comprova mais uma vez que seu compromisso é com alianças políticas obscuras, e não com a população de Campinas.
Qual o impacto dessa politicagem na cidade de Campinas?
O que a gente vê é uma ação coordenada para difamar e tentar caçar o mandato de uma vereadora que estava em uma missão internacional para levar ajuda humanitária. Vereadores que eram inimigos, de repente, se tornam aliados para atacar uma colega. Isso mostra o tipo de política que a gente tem que combater: aquela que privilegia a politicagem barata e os interesses pessoais em detrimento do bem-estar da cidade e da integridade do trabalho público.
Nós precisamos de representantes que honrem seus mandatos, que se pautem pela verdade e que trabalhem de verdade para a população, não para interesses de grupo ou para alimentar brigas vazias. Essa é uma reflexão que a gente precisa fazer enquanto sociedade.
Em resumo
- Vereadores Vini Oliveira e Nelson Osri realizaram uma ação coordenada contra a vereadora Mariana Conti.
- Os ataques incluíram a disseminação de fake news sobre a missão humanitária de Mariana em Gaza.
- Nelson Osri, anteriormente inimigo de Vini, se aliou a ele e votou pelo arquivamento de uma comissão processante contra Vini sem base legal.
- A ação evidencia uma politicagem que desrespeita princípios constitucionais e o trabalho sério em prol da população.
Perguntas frequentes
O que aconteceu com a vereadora Mariana Conti?
Ela foi alvo de uma ação coordenada de vereadores em Campinas, que a atacaram e difamaram por sua participação em uma missão humanitária em Gaza.
Quem são os vereadores envolvidos nos ataques?
Os vereadores Vini Oliveira e Nelson Osri são os principais nomes citados como responsáveis pelos ataques e pela ação coordenada.
Qual a crítica à postura dos vereadores?
A crítica aponta para a falta de integridade, o uso de fake news, a politicagem barata e o desrespeito aos princípios constitucionais na condução de suas funções legislativas.