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Thawanna Salmázio: um marco contra o fascismo em São Paulo

Thawanna Salmázio não morreu em vão. Esse é o recado que eu preciso dar hoje, porque a dor diante de uma perda como essa não pode nos paralisar: ela precisa nos movimentar.

O que a morte de Thawanna representa para a luta política em São Paulo?

Há um fascismo que impera em São Paulo. Não é exagero, não é retórica vazia. É o que eu vejo quando olho para o estado atual do governo que temos, para as políticas que excluem, que silenciam, que violentam. E quando alguém como Thawanna paga com a vida, a responsabilidade de quem está na luta fica ainda mais pesada.

A Thawanna vai ser um marco. A gente vai fazer disso um ponto de virada, não de resignação.

Por que extinguir este governo é uma questão de sobrevivência?

Não estou falando de disputa partidária pelo prazer de disputar. Estou falando de políticas públicas que salvam ou destroem vidas. Um governo que permite que o fascismo prospere, que fecha os olhos para a violência estrutural, que não oferece proteção para as pessoas mais vulneráveis, é um governo que a gente precisa superar.

A Thawanna merece que a gente lute até o fim. E é isso que eu me comprometo a fazer: lutar por ela e por todas as pessoas que não tiveram a voz que ela tinha, que não tiveram o espaço que ela teve.

Em resumo

Perguntas frequentes

Quem foi Thawanna Salmázio?
Thawanna Salmázio foi uma figura política e de resistência em São Paulo, cuja morte gerou comoção e reforçou o debate sobre o fascismo e a violência política no estado.

O que significa dizer que ela “não morreu em vão”?
Significa que a luta que ela representava continua e que a memória dela vai servir de motivação para enfrentar o governo atual e as estruturas de poder que ela combatia.

Por que a Rebeca fala em fascismo?
Porque o diagnóstico que ela faz do governo de São Paulo é de um projeto político que exclui, violenta e silencia. Ela usa o termo como crítica direta ao que vê acontecendo no estado.