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Da líder de grêmio à ativista pela segurança das mulheres: a trajetória que segue em luta

Essa é a trajetória que me ensina cada dia mais, e ela continua.

Como uma líder de grêmio se torna ativista pela segurança das mulheres?

Comecei na política muito nova, dentro da escola. O grêmio estudantil foi o meu primeiro espaço de aprender que a voz da gente importa, que as pautas coletivas se constroem com mobilização, e que ninguém espera a transformação aparecer sozinha. Você vai atrás. Você organiza. Você incomoda.

Fui eleita para o Parlamento Jovem aos 14 anos. Entendi cedo que a política é o caminho para transformar a vida das pessoas. Esse entendimento nunca me abandonou, mesmo quando o caminho foi difícil, mesmo quando a luta parecia maior do que as forças disponíveis.

Da Rebeca líder de grêmio na escola à Rebeca que está pautando segurança e acolhimento das mulheres, há uma linha direta: a convicção de que os espaços que deveriam proteger as pessoas, a escola, os bairros, as cidades, precisam ser cobrados, disputados e transformados por quem acredita que as coisas podem e devem ser diferentes.

O que a trajetória ensina sobre a luta?

Que desistir não é opção. Que os problemas que a gente enfrenta hoje, o assédio nas escolas, a violência contra as mulheres, a falta de segurança nos espaços públicos, não nasceram ontem e não vão ser resolvidos com facilidade. Mas que cada passo dado, cada denúncia acolhida, cada menina que aprende que o que ela sente importa, é parte de uma transformação real.

Continuamos em luta, por todas.

Em resumo

Perguntas frequentes

Como Rebeca Cristina começou na política?
Começou no grêmio estudantil e foi eleita para o Parlamento Jovem aos 14 anos, experiências que a ensinaram que a mobilização coletiva é o caminho para transformar realidades.

Qual é o foco atual da atuação de Rebeca Cristina?
A segurança e o acolhimento das mulheres, com foco em Campinas e na Região Metropolitana de Campinas, incluindo o enfrentamento ao assédio e à violência de gênero nos espaços públicos.

O que une a luta estudantil e a luta pelos direitos das mulheres?
A convicção de que os espaços coletivos, escolas, bairros, cidades, precisam ser seguros e representativos para todos. Os dois momentos da trajetória de Rebeca têm como base a mesma luta por dignidade e proteção.