Assédio não tem lugar no Carnaval. Por isso criamos o projeto Carnaval Sem Assédio: para que toda mulher saiba que, se precisar de apoio, tem um lugar seguro para ir.
Onde buscar ajuda se sofrer assédio no Carnaval de Campinas?
Se você estiver no Carnaval de Barão Geraldo e sofrer qualquer tipo de violência, procure a gente na Avenida Santa Isabel, 404. Durante todos os dias do Carnaval, fazemos atendimento nesse endereço.
A mensagem é direta: aqui na Avenida Santa Isabel, o assédio não passa. A gente está presente, fazendo atendimento e juntos pelo fim da violência.
Por que um espaço de acolhimento no Carnaval?
O Carnaval é um momento de alegria, música e encontro. E precisa continuar sendo assim para todas as mulheres. O assédio estraga isso. Ele tira a liberdade de se vestir como quer, de dançar, de curtir. E durante anos foi tratado como algo “normal da folia”. Não é.
Por isso criamos esse espaço: para dar uma resposta concreta a quem sofreu, para mostrar que a cidade não aceita mais essa normalização, e para que as mulheres saibam que não estão sozinhas.
Nossa equipe fica aguardando na Avenida Santa Isabel, 404, todos os dias de Carnaval, prontas para acolher quem precisar. Conta com a gente.
Em resumo
- O espaço do Carnaval Sem Assédio fica na Av. Santa Isabel, 404, Barão Geraldo, Campinas
- Atendimento durante todos os dias do Carnaval
- O projeto existe para acabar com a normalização do assédio durante a folia
- Toda mulher tem o direito de curtir o Carnaval com segurança e dignidade
Perguntas frequentes
Como pedir ajuda se sofrer assédio no Carnaval de Barão Geraldo?
Vá diretamente até a Avenida Santa Isabel, 404. A equipe do Carnaval Sem Assédio está lá todos os dias durante o Carnaval para acolher quem precisar.
O que é o projeto Carnaval Sem Assédio?
É uma campanha fundada em Campinas para prevenir e acolher vítimas de violência durante o Carnaval. Em 2026 conta com estrutura de tendas, voluntários, Polícia Civil e atendimento jurídico.
O assédio no Carnaval é crime?
Sim. Importunação sexual é crime previsto no Código Penal desde 2018. Tocar alguém sem consentimento, perseguir ou fazer comentários de cunho sexual não solicitados são formas de importunação que podem ser denunciadas.