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Rebeca Cristina: como a juventude pode melhorar Campinas participando dos espaços de decisão

Você sabe como a gente pode melhorar Campinas? Participando dos espaços que existem pra isso, e o Conselho Municipal de Juventude é um deles.

Muita gente não sabe nem que esse espaço existe. Mas quando a gente não participa, outras pessoas decidem por nós. Sobre segurança. Sobre educação. Sobre saúde. Sobre emprego. Sobre transporte. São temas que afetam diretamente a vida de todo jovem campineiro, e o Conselho é justamente o lugar onde a gente pode pautar e fiscalizar essas políticas.

Por que os jovens precisam ocupar esses espaços?

Desde os 14 anos, trabalho por políticas para a juventude. Fui estudante de escola pública, sou estudante de Geografia na Unicamp, fundei o Carnaval Sem Assédio e atuo com o enfrentamento à violência de gênero. Ao longo dessa trajetória, aprendi que quando a juventude está dentro dos espaços de poder, a conversa muda.

O problema é que muitas decisões sobre a juventude são tomadas sem ouvir os jovens. O Conselho Municipal de Juventude de Campinas é uma resposta institucional a isso: é um espaço criado pra garantir que as demandas das novas gerações sejam ouvidas e consideradas nas políticas da cidade.

Mas para que o Conselho funcione de verdade, ele precisa de representantes que venham da luta, que conheçam as realidades da juventude campineira na prática, não só no papel.

A gente não pode deixar que os espaços de participação popular fiquem vazios. Cada vaga ocupada por um jovem comprometido com sua comunidade é um passo a mais na construção de uma Campinas mais justa.

Em resumo

Perguntas frequentes

O que o Conselho Municipal de Juventude faz em Campinas?
Ele pauta e fiscaliza as políticas públicas voltadas aos jovens da cidade, cobrindo áreas como educação, saúde, segurança, transporte e emprego.

Por que é importante que os jovens participem de conselhos municipais?
Porque esses são os espaços onde as decisões sobre políticas públicas são tomadas. Sem participação jovem, as pautas da juventude ficam de fora das prioridades do poder público.

Como a trajetória de Rebeca Cristina se conecta com essa luta?
Ela trabalha desde os 14 anos por políticas para a juventude, incluindo a fundação do Carnaval Sem Assédio e atuação no enfrentamento à violência de gênero, construindo uma trajetória de participação política ativa.