A luta anticapacitista está mais viva do que nunca, e eu vejo isso todos os dias. É inaceitável que, em pleno século XXI, as pessoas com deficiência (PCD) ainda não tenham seus direitos garantidos de forma plena em todas as universidades públicas do Estado de São Paulo. Parece um absurdo, né? Mas é a realidade que enfrentamos e que me mobiliza a ir para a rua.
Por que a cota PCD em universidades públicas ainda é um desafio?
É frustrante pensar que, apesar de termos legislações sobre o assunto, a garantia de cotas para pessoas com deficiência ainda não é uma realidade em todas as instituições de ensino superior públicas do nosso estado. Isso significa que barreiras persistem, e o acesso à educação, que deveria ser um direito universal, continua sendo negado a muitos estudantes.
Eu acredito que uma universidade verdadeiramente inclusiva, acessível e diversa é aquela que reflete a sociedade em sua totalidade. Não podemos aceitar que o capacitismo continue limitando o futuro de tantos jovens talentos. A falta de acessibilidade não é apenas uma questão de infraestrutura física, mas também de mentalidade e de políticas públicas que precisam ser efetivadas e fiscalizadas. É sobre garantir que cada pessoa, independentemente de sua condição, tenha a oportunidade de desenvolver seu potencial e contribuir com a sociedade.
Como podemos quebrar essas barreiras juntos?
A minha voz, a sua voz, a nossa voz é fundamental para mudar essa realidade. É por isso que o movimento REAGIR está nos chamando para a rua, para mostrar a força da nossa coletividade e exigir o que é justo.
Vamos juntos para a Marcha Reagimos por uma Universidade mais Inclusiva, Acessível e Diversa. A concentração será no dia 21 de setembro, às 13h, no MASP, em São Paulo. Essa é a nossa chance de lutar por esse direito e fazer a diferença. A sua presença é o que vai fortalecer a nossa causa.
Se você acredita na importância dessa luta e quer saber mais sobre como se juntar a nós, visite rebecacristina.com. Chega de barreiras, chega de exclusão!
Em resumo
- Pessoas com deficiência (PCD) ainda não têm garantia de cotas em todas as universidades públicas de São Paulo.
- Apesar de legislações existentes, a aplicação é inconsistente, criando barreiras ao acesso.
- O movimento REAGIR convoca uma marcha para exigir universidades mais inclusivas, acessíveis e diversas.
- A marcha acontece no dia 21 de setembro, às 13h, no MASP, em São Paulo.
Perguntas frequentes
O que é o capacitismo e a luta anticapacitista?
Capacitismo é a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência, baseando-se na ideia de que a deficiência é uma anormalidade e que pessoas sem deficiência são superiores. A luta anticapacitista busca combater essa discriminação, promovendo a inclusão, a acessibilidade e a igualdade de direitos para as pessoas com deficiência.
Quais são os direitos das pessoas com deficiência na educação superior em São Paulo?
Apesar de haver legislações que preveem ações afirmativas para pessoas com deficiência, a garantia de cotas em todas as universidades públicas do Estado de São Paulo ainda não é uma realidade plena. A luta é para que essas leis sejam efetivamente aplicadas e que o acesso seja universal.
Como posso apoiar a causa da inclusão universitária para PCDs?
Você pode se juntar à Marcha Reagimos no dia 21 de setembro, às 13h, no MASP. Além disso, você pode divulgar a causa, informar-se sobre os direitos das pessoas com deficiência e cobrar das autoridades a implementação de políticas de inclusão e acessibilidade. Para mais informações, acesse rebecacristina.com.