Delegacias 24h em todo o estado
Implementação de delegacias 24h em todo o estado de São Paulo, para que as mulheres estejam seguras em todo lugar.
São três frentes: a vida das mulheres, o futuro das juventudes e uma escola que seja para todo mundo. Escolhe por onde começar, passa os compromissos para o lado e manda para quem precisa conhecer.
Conheça os compromissos da campanha.
Implementação de delegacias 24h em todo o estado de São Paulo, para que as mulheres estejam seguras em todo lugar.
Garantia de orçamento nas pastas de proteção, acolhimento e saúde das mulheres, porque precisamos expandir a rede de acolhimento. Não basta ter onde denunciar: é preciso apoio psicológico e assistencial antes, durante e depois da denúncia.
Políticas de orientação para homens acusados e condenados por violência contra mulheres. Além de punir, é preciso garantir a reinserção social.
Formação para servidores públicos sobre prevenção à violência e acolhimento de vítimas. Muitas vezes a mulher denuncia e sofre novas violências no próprio atendimento: tem que reviver e recontar a história várias vezes e ainda ouve perguntas como “mas que roupa você estava usando?”. Toda a rede pública precisa ser lugar de acolhimento, com profissionais preparados para receber os casos.
Criminalização da misoginia e do discurso red pill, junto a ações de sensibilização sobre o tema. Jovens estão crescendo ouvindo e reproduzindo esse discurso. Precisamos de homens conscientes, e não de mais violência.
As juventudes de São Paulo estão cansadas da falta de oportunidade, lazer e trabalho. Como Conselheira da Juventude, sei também que não basta o emprego existir: ele precisa ter carteira, direito e futuro.
Por isso, na Assembleia Legislativa, meu compromisso é com a permanência estudantil, esporte, cultura e transporte.
Ela não existe desde 2016. Há dez anos 9,1 milhões de jovens paulistanos (SEADE, 2026) estão deixados ao acaso. Com essa frente, iremos colocar trabalho, estudo, cultura e as necessidades das juventudes negras e periféricas no centro.
Vou expandir editais e incentivos culturais e torná-los acessíveis. E vou tornar política pública que todas as escolas estaduais abram suas portas durante finais de semana para coletivos e grupos culturais, educacionais, esportivos e comunitários. Quando uma batalha de rima, slam ou oficina acontece na cidade e no bairro, todos saem ganhando.
É pela segurança das mulheres que trabalham de madrugada e para incentivar jovens a ocuparem as cidades de manhã, tarde e noite.
Inclusão não pode existir apenas no papel. Ela precisa estar na sala de aula, na estrutura e na formação dos profissionais. São seis propostas para isso sair do papel.
Incorporar o ensino de Libras na rede estadual e defender que ele comece desde a primeira infância.
Reforçar a fiscalização contra escolas que pratiquem discriminação ou exclusão de estudantes com deficiência e ampliar os recursos para acessibilidade.
Ampliar a oferta de cursos de Educação Especial e criar incentivos para que mais profissionais escolham essa área.
Oferecer especializações, pós-graduações e formações em educação inclusiva para pedagogos e profissionais da rede pública.
Defender formação adequada para quem acompanha estudantes com deficiência durante toda a educação básica.
Criar políticas de acolhimento, orientação e infraestrutura para pais, responsáveis e famílias atípicas.
Essa candidatura não é minha: é de quem vier junto. Deixa seu contato que alguém do meu time te chama no WhatsApp pra combinar como você pode ajudar.
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Você agora faz parte da nossa campanha. Daqui a pouco alguém do meu time te chama no WhatsApp. Enquanto isso, a melhor ajuda é mandar essas propostas pra três pessoas.
No dia 4 de outubro, vote 40340