A violência sexual é uma realidade alarmante no Brasil. Em 2024, nós já registramos mais de 14 mil casos de violência sexual e mais de 250 vítimas de feminicídio. Esses números são um grito de socorro e exigem uma ação urgente de todos nós. Não podemos fechar os olhos para essa dor que atinge tantas mulheres e pessoas LGBTQIAPN+.
Por que precisamos agir agora contra a violência?
Eu venho atuando há anos na prevenção e enfrentamento dessas violências, com foco especial na proteção de mulheres, crianças e adolescentes. Projetos como o Escola Sem Assédio e o Carnaval Sem Assédio nasceram dessa necessidade de criar ambientes mais seguros e de oferecer um caminho para quem precisa de ajuda. Os dados são claros e cruéis: a cada dia, mais pessoas são vítimas. É uma situação insustentável que nos mostra a falha de um sistema que ainda não consegue proteger quem mais precisa.
A gente sabe que a luta contra a violência sexual e o feminicídio é complexa e exige um esforço coletivo. Não basta apenas lamentar os números, precisamos nos unir para pressionar o poder público e garantir que as políticas de proteção sejam eficazes e cheguem a quem precisa.
Como a gente pode fortalecer a rede de proteção?
Pensando em mudar esse cenário, eu criei um abaixo-assinado com um objetivo claro: pressionar o governo a tomar medidas concretas para combater a violência sexual e o feminicídio. A sua assinatura é fundamental para darmos voz a essa causa e exigirmos as mudanças que tanto precisamos.
Nossas reivindicações são urgentes e estruturais:
– Ampliação da Rede de Acolhimento: Precisamos de mais e melhores estruturas para acolher as vítimas, oferecendo suporte psicológico, jurídico e social.
– Capacitação dos Profissionais: É essencial que quem trabalha na linha de frente esteja preparado para lidar com a complexidade desses casos, com empatia e conhecimento técnico.
– Investimento em Infraestrutura e Recursos: Não dá para combater a violência sem investimento. Precisamos de delegacias especializadas, centros de referência e equipes qualificadas.
– Fortalecimento das Políticas Públicas: As leis e programas de proteção precisam ser efetivos, atualizados e implementados em todo o país.
– Transparência e Monitoramento: Os dados devem ser públicos e as ações do governo precisam ser fiscalizadas para garantir que os recursos estão sendo bem utilizados.
– Apoio às Organizações e Movimentos Feministas: Quem está na ponta, no dia a dia com as vítimas, precisa de todo o apoio possível para continuar o trabalho.
Com a sua assinatura, podemos fazer a diferença, pressionar o governo a agir e garantir um futuro mais seguro para todas as mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Junte-se a nós nesta luta! Assine o abaixo-assinado em rebecacristina.com.
Em resumo
- Em 2024, o Brasil registrou mais de 14 mil casos de violência sexual e cerca de 250 feminicídios.
- Rebeca Cristina coordena projetos como Escola Sem Assédio e Carnaval Sem Assédio, dedicados à proteção de mulheres, crianças e adolescentes.
- Ela criou um abaixo-assinado para pressionar o governo por medidas concretas contra a violência sexual e o feminicídio.
- As reivindicações incluem ampliação da rede de acolhimento, capacitação profissional e investimento em políticas públicas.
Perguntas frequentes
O que é o abaixo-assinado da Rebeca Cristina?
É uma iniciativa para coletar assinaturas e pressionar o governo a implementar políticas públicas mais eficazes no combate à violência sexual e ao feminicídio.
Quais são as principais reivindicações do abaixo-assinado?
As principais reivindicações incluem a ampliação da rede de acolhimento, capacitação de profissionais, investimento em infraestrutura, fortalecimento de políticas públicas e maior transparência.
Onde posso assinar o abaixo-assinado?
Você pode assinar o abaixo-assinado diretamente pelo site rebecacristina.com.