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De campanha pequena a estrutura real: a trajetória do Carnaval Sem Assédio em Campinas

A luta contra a violência não pode parar. E a história do Carnaval Sem Assédio é a prova de que quando a gente acredita numa causa e trabalha com consistência, ela cresce.

Como o Carnaval Sem Assédio cresceu de 2024 para 2026?

Quando começamos em 2024, o Carnaval Sem Assédio era uma campanha pequena de conscientização. Mesmo naquele momento inicial, ficou evidente a necessidade que as pessoas tinham de ver a segurança das mulheres sendo pautada de forma concreta.

Em 2026, a campanha deu um salto significativo: chegamos com uma estrutura maior, com a campanha de prevenção espalhada por toda Campinas, dezenas de voluntários e o espaço de acolhimento presencial em Barão Geraldo.

Esse crescimento não foi por acaso. Foi o resultado de parceiros que acreditaram, de voluntárias que doaram seu tempo, e de uma necessidade real que não diminuiu. O cenário que vivemos exige isso e mais.

O que o Carnaval Sem Assédio representa além de Campinas?

O Carnaval Sem Assédio demonstra uma parte do meu sonho para São Paulo. Um estado com segurança e acolhimento em todos os ambientes. Não só no Carnaval. No ônibus, na escola, em casa, no trabalho. Em todo lugar onde as mulheres precisam se sentir protegidas.

A luta é árdua. Mas a gente segue por todas.

Em resumo

Perguntas frequentes

Quando foi fundado o Carnaval Sem Assédio?
Em 2024, como campanha de conscientização contra a violência sexual durante o Carnaval de Campinas.

O que o Carnaval Sem Assédio oferece em 2026?
Uma estrutura completa com espaço de acolhimento em Barão Geraldo (Av. Santa Isabel, 404), dezenas de voluntários, parceria com Polícia Civil, OAB e Secretaria de Mulheres, além de campanha de prevenção espalhada por Campinas.

Quem fundou o Carnaval Sem Assédio?
Rebeca Cristina, ativista política contra a violência de gênero, baseada em Campinas.