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Violência contra mulher e crianças aumenta no fim de ano: como ficar atento e o que fazer

Você sabia que no fim de ano a violência contra a mulher aumenta? É um dado que a gente precisa ter em mente especialmente nas festas de Natal e Ano Novo, quando as mulheres estão mais vulneráveis e a atenção coletiva está dispersa.

Por que a violência aumenta nessa época?

O aumento tem várias causas. O convívio familiar intensificado expõe relações abusivas. O consumo de álcool sobe. As pessoas passam mais tempo em espaços fechados com quem pode ser o agressor. E as redes de apoio externas, serviços públicos, amigas, colegas de trabalho, ficam menos acessíveis nas datas festivas.

A violência sexual contra crianças também aumenta nessa época, pelo mesmo motivo: muita gente no mesmo espaço, bebida, e a atenção dos adultos mais dispersa.

O que você pode fazer?

Primeiro: ficar atento às suas familiares. Se você perceber algum comportamento agressivo durante a confraternização, mande mensagem depois para saber se está tudo bem. Às vezes uma simples mensagem abre espaço para que alguém peça ajuda.

Segundo: com as crianças, não tirar o olho. Manter a atenção, observar as interações, não deixar sozinhas com adultos que você não conhece bem.

Terceiro: se identificar uma situação de violência, seja acolhedor, não se cale e ajude a vítima a fazer a denúncia se ela quiser. A denúncia pode ser feita pelo 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou em delegacias especializadas.

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Em resumo

Perguntas frequentes

Como denunciar violência contra mulher no fim de ano?
Pelo número 180 (Central de Atendimento à Mulher), disponível 24 horas, ou pelo 190 (polícia) em situações de emergência. Em Campinas, há também Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM).

Quais sinais indicam que uma mulher pode estar sofrendo violência?
Sinais como medo visível do parceiro, marcas físicas, isolamento de amigos e família, comportamento ansioso ou depressivo, e proibições impostas pelo companheiro podem indicar situação de violência.

O que fazer se uma criança relatar abuso?
Acredite no relato, não minimize, não confronte o possível abusador na frente da criança e busque orientação nas autoridades competentes ou no Conselho Tutelar do seu município.